28 de outubro de 2010

Museu Nacional da Alemanha abriga exposição sobre a ascensão de Hitler ao poder


Sendo a primeira exposição somente sobre Hitler, o Museu Nacional da Alemanha, em Berlim, apresenta um rico acervo, imagens de vídeo, fotos, pertences do ditador além de peças da época. Porém, o museu receia passar uma imagem glorificada de Adolf Hitler, por isso, mostra as consequências e todas as coisas a qual o ditador foi responsável.

Com constantes ameaças de grupos neo e antinazistas, existe grande preocupação em relação
a como os mesmos podem reagir, essas atitudes são tomadas em função da exposição apresentar um tema muito polêmico, a forma com que o ditador alemão manipulava o povo e como subiu ao poder na Alemanha, que passava por imensas dificuldades, tanto econômicas quanto políticas.


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21 de outubro de 2010

"Nesse dia eu estive pertinho e até pude ouvir os generais" - Soldado Fridolino Irineu Kretzer


Enviado por Ivo Kretzer, Secretário Executivo da Associação de Veteranos da FEB - Seção Jaraguá do Sul/SC, e filho de Fridolino Kretzer.

Soldado Fridolino Irineu Kretzer
Naturalidade: Localidade de Rio Morto (bem no acesso principal junto à Rodovia BR 470) Indaial – SC.
Data de Nascimento: 28 de Junho de 1922
Endereço atual: Rua 2.300, nº 297 – Edifício Bourbon de Nápolis – Apto. 704 – Centro - CEP: 88.330-428 – Balneário de Camboriú-SC. – Telefone: (47) 3367-4367 – e-mail: Danidoubrawa@hotmail.com
Pais: Norberto Kretzer e Ottilia Kretzer
Irmãos: Vendolino, Elza (única viva), Arnoldo e Elfrieda.
Estado civil: Viúvo de Gertrudes Kretzer
Filhos: Errol, José Norberto, Ivo, Rubens, Sérgio Luiz e Giovana
Netos: 13, bisnetos 5

“Minha função na guerra era de organizar, levar e buscar correspondências por toda região norte da Itália. Terminada a guerra, assisti  naquele dia  a rendição nazista e  pude até ouvir as vozes do nosso General Olympio Falnonière da Cunha bem como do Comandante alemão por eu estar a uns dois metros  deles”. 
Dito pelo Soldado Fridolino Irineu Kretzer em relação a rendição da 148º Divisão de Infantaria alemã.


Sua infância: Em casa com seus pais e irmãos, recebiam lotes de folhas de tabaco, onde faziam a classificação e empacotamento, devolvendo à empresa, de onde obtinham o sustento da casa.

Início da fase de adulto: Com 18 anos de idade ingressou no “Tiro de Guerra”, jurisdição militar do Exército Brasileiro que oferecia aos seus integrantes toda orientação necessária para exercer uma vida de cidadão e ao mesmo tempo cumprir com os deveres da Pátria. Permanecendo nesse exercício por um ano, recebeu a “baixa”, contemplado com a Carteira de Reservista de Segunda Categoria. Sabe-se que na época, quem ingressava no Quartel do Exército, deveria permanecer até completar os 23 anos de idade, embora o alistamento era obrigatório com apenas 21 anos. E o que mais desejava, ao sair do Tiro de Guerra, era voltar à vida livre, pois queria buscar a profissionalização. Portanto, ao sair do Tiro de Guerra, começou a trabalhar como tecelão na Tecelagem e Malharia Indaial. Mas sua liberdade durou pouco. Estando em casa, era Dezembro de 1942 quando o Exército Brasileiro lhe entregou uma carta, solicitando sua apresentação na unidade militar de Blumenau.
Soldado da FEB: A carta que recebera, tratava-se de um Ofício de Convocação, do Exército Brasileiro, da 16ª Circunscrição de Recrutamento, de Florianópolis, mencionando a sua convocação para se apresentar no 32° Batalhão de Caçadores, de Blumenau ( atual 23° RI). Apresentando-se em 1943, mediante seu Certificado de Reservista foi recrutado como soldado, lotado no 3° Pelotão, da 3ª Companhia, sob registro n° 777, comandado pelo Capitão Ernani Moreira Castro. Lá, não era aceita nenhuma justificativa por falhas. Era rigoroso. Não era permitido sair do Quartel. Não se conseguia liberação nem para visitar os pais. Caso algum soldado saísse do Quartel, a punição era severa com cadeia interna. Ali no 32° BC permaneceu por quatorze meses, sob intensos e puxados treinamentos. Lembra-se que num determinado dia de abril de 1944, estava fazendo manobras de guerra com sua Companhia, bem no interior de Blumenau, perto da região do Morro do Spitzcopf, quando apareceu, para sua surpresa um Mensageiro do Exército, portando um radiograma (tipo telegrama), no qual constava os seguintes dizeres: - “3ª Cia regressar Quartel urgente pt capitão entrar contato comando pt Ass Coronel chefe Recrutamento pt”. O corneteiro deu o toque de “companhia reunir” para regresso ao Quartel. Foram tempos pesados que estiveram reservados para os 956 soldados do Estado de Santa Catarina que foram para a Segunda Guerra. Ficou-se sabendo do conflito na Europa e de ataques de aviões numa ilha no Pacífico, chamada de Pearl Harbor, mas, até ai, ninguém comentava nada sobre embarque para a guerra. Para os soldados, apesar do temor, acreditavam de que a guerra lá já havia acabado e que a possibilidade de irem para a guerra iria acabar em nada. De repente a surpresa. Numa formatura vespertina, como era de costume, a Companhia se reunia e o Oficial de Dia, responsável pelas comunicações das 24 horas, veio proceder a chamada. Citava o número do soldado e esse por sua vez respondia seu nome. Concluída a chamada, passou para outro Sargento secretário ler o Boletim que constava o seguinte teor: “Os soldados que passaram de efetivos para excedentes, devem ficar atentos, pois o deslocamento da tropa está perto de acontecer”. E aconteceu. Dois dias após a leitura do Boletim, o Comandante da Companhia reuniu todos os soldados que foram selecionados e, desta forma já estava tudo acertado para o embarque. E com gesto de carinho para com seus subalternos, esse Comandante improvisou uma mensagem de despedida, desejando a todos muito sucesso nos dias difíceis que iriam enfrentar. Disse ainda que se sentia orgulhoso de poder ter comandado soldados disciplinados e que assim deveriam continuar. Falou ainda, se o mundo obedecesse à disciplina, não haveria guerra. O ano era 1944. O soldado Fridolino contava com seus 23 anos de idade, aguardando a partida para além mar. Diante desse dilema, imaginou o que estariam pensando seus pais sobre essa situação? Isso não se tratava de uma viagem para negócios nem para turismo. Estava escalado para ir a uma guerra, lutar e defender-se da morte. Mas, foi para isso que estava destinado. Seus pais, bem como seus irmãos, sabendo que iria partir, ficaram sem o que fazer, contando com a proteção divina e esperando que houvesse alguma mudança de ordem. Mas, houve um momento antes de partir em que recebeu licença rápida para ir em casa despedir-se. Foi muito triste. Todos choraram muito. Havia sentido o choque de que realmente estava indo para a Segunda Guerra Mundial para lutar e executar nossos semelhantes, com armas de fogo. Muitos conhecidos da região e descendentes de alemães disseram para que ele não matasse os seus parentes germânicos. Foi então que no início do ano de 1944, na madrugada de uma sexta-feira que se fez a amarga despedida dos soldados que ficariam no Quartel de Blumenau. O deslocamento deu-se embarcados em caminhão da Viação Catarinense, sentados em bancos improvisados, de madeira, até a Estação Ferroviária de Jaraguá do Sul, chegando por volta das 7 horas da manhã. Ali estavam reunidos soldados de várias regiões de onde o contingente embarcou no trem “Maria Fumaça”, rumo à Curitiba. Na viagem, percebia-se que estavam todos se afastando cada vez mais dos confortados lares e se sentia no peito uma forte dor, o que nada mais era a saudades fazendo pressão no coração. Ao longo do caminho, outras unidades militares aguardavam com o “carro de cozinha“, onde abasteciam com uma caprichada feijoada. Todos estavam com muita fome, pois a ração que foi levada de Blumenau era um saquinho de farofa com frango que o Capitão havia dado como provisão e isto todos já haviam consumido. O estomago estava querendo sair pela boca e essa feijoada foi o sossego.

O soldado Fridolino Irineu kretzer
em Roma com aompanheiros

Durante a viagem procurava-se descontração e o que mais se fazia era cantar. Uma das músicas que se cantava era do cantor Vicente Celestino, cuja letra dizia: “Tornei-me um ébrio...” Vez por outra, o apito do trem interrompia a cantoria, pois parecia que o maquinista queria compartilhar da alegria e tristeza ao mesmo tempo. Ele sabia bem que estava transportando tropas militares, com destino à guerra. O tom da buzina parecia estar saudando como uma mensagem que dizia: “Sigam com fé que eu aqui fico orando por vocês – Adeus.” Chegando em Curitiba, os soldados foram levados por viaturas militares até o 15° Batalhão de Caçadores (hoje 20° Batalhão de Infantaria Blindados – Bairro Bacacheri), onde permaneceram por duas semanas. Partindo dali, seguiu-se rumo ao Quartel do 6° Regimento de Infantaria, em Caçapava, São Paulo. Lá foram incorporados à esta unidade militar por alguns meses. Durante três meses, receberam puxados treinamentos. Lá o Soldado Fridolino foi integrado na Companhia de Metralhadoras, treinando num Obus 105 mm, na função de atirador. Num certo dia, os soldados foram convocados para seguir através de trem até o Rio de Janeiro, onde participaram de um desfile cívico na Avenida Getúlio Vargas e depois regressaram à Caçapava, para continuar os treinamentos. Em breve, veio a notícia de que todos os soldados deveriam embarcar novamente ao Rio de Janeiro. Lotaram o trem e lá no Rio, todos ficaram instalados na Vila Militar por bastante tempo. Certa ocasião, veio um Capitão à procura do soldado Fridolino, e logo foi transferido para a função de “estafeta”, cuja atividade era de operar todo serviço de correspondência no Quartel General. Essa tarefa fez muitas vezes ainda na região carioca. Antes de embarcar para a Itália, o soldado Fridolino conseguiu nova licença de 10 dias para vir à Indaial para a despedida em definitivo. Chegando a hora de partida à guerra, o passaporte estava pronto. Havia chegada a hora do embarque. De trem, os soldados foram levados até o Porto do Rio, onde embarcaram no navio americano US. General Meigs, o qual partiu em 23 de Novembro de 1944, levando o 4° Escalão, com 4.695 integrantes até o Porto de Nápoles(Itália). Nesta viagem de 15 dias tiveram mais descanso do que atividades. Como refeição, na ida, eram apenas duas apenas a cada dia – café e janta. O processo era de racionamento como forma de precaução, caso devessem ficar no mar por mais tempo. Chegando em Nápoles, todos foram transferidos para outras embarcações (lanchas grandes), sendo levados até o Porto de Livorno e de lá para o acampamento, onde foram incorporados ao 4º Corpo, do 5º Exército Americano. Chegando lá, o soldado Fridolino continuou na função de “estafeta”, organizando, levando e buscando correspondências por todas as regiões italianas onde haviam postos militares brasileiros, americanos e ingleses. Apesar da hostilidade da guerra, houve bons e maus momentos. O que mais sensibilizou os brasileiros foi a miséria que o povo civil italiano sofria. Algumas vezes os brasileiros acabavam cedendo de suas alimentações aos esfomeados.

Fridolino Kretzer no 6º Regimento de
Infantaria de Caçapava - SP

Os soldados brasileiros acabaram por receber dos americanos novas fardas, armamento, munições, rações e treinamentos intensivos. A baixa temperatura foi um dos maiores inimigos dos soldados brasileiros vindos de um clima tropical. Fatos marcantes foram de se ver soldados gravemente feridos e outros mortos. Um dos fatos interessantes foi de que o soldado Fridolino teve a oportunidade de estar apenas 3 metros de distância dos oficiais brasileiros e alemães, no momento em que o Tenente-General Otto Fretter-Pico(comandante nazista) oficialmente fazia a rendição incondicional da 148ª Divisão alemã. Comenta que pode até ouvir os detalhes de suas conversas. Na Itália, após a guerra ter terminada, houve um desfile da Vitória Brasileira, ocasião em que os saudosos soldados foram aplaudidos pelo povo italiano que margeavam as ruas. A volta aconteceu em contingentes escalonados, quase da mesma forma como foi a ida. O 4º Escalão em que estava o soldado Fridolino ancorou no Porto do Rio de Janeiro em 19 de Setembro de 1945. Cada Escalão que chegava no Rio, apresentava-se em desfile ao público e eram aclamados como verdadeiros Heróis nacionais. Como se sabe, a FEB foi extinta ainda na Itália. Chegando todos no Brasil, foram feitos os acertos finais com cada soldado e consequentemente o retorno para casa em definitivo.


As armas retidas após a rendição
incondicional da Alemanha
Acabou a guerra. A vida continuava: Retornando a terra natal, reintegrou-se na Tecelagem e Malharia Indaial. Casou-se, teve seis filhos. Teve um único emprego no qual permaneceu por 42 anos em seu ofício como Mestre de Turma. Durante muitos anos vem participando com seus colegas Veteranos da FEB em desfile cívico, continuando a glória que trouxeram para o Brasil. Mais tarde Fridolino aposentou-se, permanecendo ainda em Indaial por alguns anos, vindo morar mais tarde em Jaraguá do Sul, próximo de seus filhos. Em 1997 ficou viúvo. Assim, ficou em sua casa, conduzindo sua vida por 11 anos em Jaraguá do Sul , quando em Julho de 2009, achou conveniente residir com sua filha em Balneário de Camboriú, onde encontra-se em gozo de boa vida que merece.

Os méritos militares: Fridolino soube conduzir sua vida com prudência, pois a guerra lhe havia ofertado lições de como lidar com as dificuldades. A partir de 1967, com a aprovação de lei federal, os Pracinhas da FEB puderam requerer benefício que veio lhes trazer mais conforto para seus ideais. Apesar de na época se passarem mais de vinte anos, ajudou na construção da vida após a guerra. E como o “além mar” os tornou Heróis Nacionais, desde 1963 existe a Associação Nacional da FEB no Brasil. E em todos os desfiles de 7 de Setembro, a maioria dos Veteranos da FEB sempre se fazem presentes, exibindo ao público o galardão de bravos soldados que trouxeram a democracia de volta ao país. Já faz 65 anos que a Segunda Guerra terminou e ainda hoje, poucos dos que ainda vivem reúnem condições para continuar levando suas paixões de guerreiros aos olhos do povo brasileiro nessas ocasiões. Fridolino é um guerreiro desses, com seus 88 anos de idade, mostra-se orgulhoso e participativo nos trabalhos reservados à história da FEB.

Painel
Soldado Fridolino Irineu Kretzer
"Minha Função na guerra era de organizar, buscar e entregar correspondências em todos os postos militares da região norte da Itália.Esta tarefa chamava-se "estafeta". Para o serviço me deram um Jeep Willys MB Americano. Eu tive muito medo de ser surpreendido pelos italianos "carabineiros" que eram Fasci/Nazistas e podiam me atacar, roubar a farda para fazer sabotagens. Tive medo também de ataques aéreos e artilharia inimiga. As orações e pensar na família me deram coragem e tudo deu certo.".


Carta de Gratidão
Carta de gratidão de Ivo Kretzer ao pai, Fridolino Kretzer

Recordo-me da minha infância sobre as histórias que meu pai contava à seus amigos, o que me fascinava muito. A imaginação que eu fabricava pelos fatos que ouvia de suas aventuras, levava-me a viver sonhos que pareciam realidades. Suas narrações sobre a guerra acabaram por me inspirar à aviação. Isso aconteceu quando eu tinha apenas doze anos quando, permanecendo por perto e muito atento, ouvia a conversa que meu pai tinha com um grupo de vizinhos que o visitaram e ele contou ter visto um grande esquadrão de aviões Boeing B-17 passarem sobre sua cabeça no momento em que ele estava em um acampamento inglês, onde havia levado correspondências. Com o que ouvi criei um fascínio por aviões e o meu entretenimento começou com um pequeno avião, feito de madeira que fabriquei e, brincando, simulava aquela passagem tão dramática. Hoje tenho como hobby colecionar réplicas de aviões da Segunda Guerra. A meu pai, devo toda honra, além de carinho e respeito. Ele merece nossos aplausos pela sua coragem, determinação, disciplina e patriotismo, pois a ele confere o caráter de um cidadão brasileiro e pai de família brilhante que é. O meu apego às histórias da FEB permaneceu na alma e desde o ano 2002 estou integrado e venho com muita vocação, junto com a Fundação Cultural de Jaraguá do Sul liderando a continuidade das memórias da FEB naquela comunidade. Como brasileiro e filho de um Herói de Guerra, não limitarei esforços para dedicar-me a essa causa. Sinto-me honrado por ter um pai que ajudou a recompor a democracia na terra de nosso querido Brasil.

Ivo e Fridolino Kretzer - Filho e pai
A ele a minha gratidão.

Ivo Kretzer
ANVFEB
Secretário Executivo da
Seção Regional – Jaraguá do Sul – SC





Galeria de Fotos
(Clique nas fotos para visualizar no tamanho original)
Observação: Nas fotos da época da guerra em que o Soldado Fridolino Irineu Kretzer aparece junto de mais pessoas, ele é apontado com uma seta.





                                


                        



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17 de outubro de 2010

Museu da Paz - Jaraguá do Sul - SC


O Museu da Paz, em Jaraguá do Sul, no estado de Santa Catarina, possui mais de 280 peças orignais da Segunda e da Primeira Guerra Mundial. Com foco na FEB (Força Expedicionária Brasileira), contigente brasileiro enviado para Itália combater as forças do Eixo durante a Segunda Guerra Mundial, tem em seu acervo uniformes, armas e várias relíquias da passagem da FEB na guerra.

Jaraguá do Sul foi o município catarinense, que proporcinalmente, enviou mais soldados para a FEB, sendo assim, um dos símbolos do estado de Santa Catarina, pois seus cidadãos não hesitaram em ajudar a pátria e promover a paz, tendo como único lema a liberdade, cumprindo suas missões de forma exemplar e corojosa, os expedicionários jaraguaenses fizeram de tudo para combater a tirania e o preconceito, garantindo dessa forma, o livre arbitrio daqueles que não conheciam, tudo  em razão da vontade de ver a igualdade, em solo estrangeiro, e até mesmo em solo brasileiro.

O museu busca através do seu rico acervo, fazer com que o cidadão reflita sobre o seu papel, tanto em sua comunidade como no mundo, para a construção e a promoção da cultura da paz.

O Museu da Paz também busca contar a história dos febianos de Jaraguá do Sul e região, que totalizavam 62 soldados, os conhecidos "pracinhas do Vale do Itapocu", heróis de guerra, que arriscaram, ou deram, suas vidas em troca do bem estar de seus irmãos, mais que uma prova de sua lealdade ao Brasil e a todos os seus cidadãos.

Para que não morra a história da FEB, da Segunda Guerra Mundial e da Primeira Guerra Mundial, o museu promove palestras e ações educativas, tudo para que a lembrança dos heróis de guerra do Brasil permaneça para sempre na vida de todos, para conscientizar que a guerra é algo muito trágico, mas que ao mesmo tempo não deve ser esquecida, pois é nela que está escrita parte da história da nação brasileira, e é nessa história que devemos nos espelhar, para que cada vez mais o mundo preserve e promova paz.

O museu está situado junto à Fundação Cultural de Jaraguá do Sul, na Avenida Getúlio Vargas, 405, no centro da cidade.

Veja abaixo o vídeo da inauguração do museu:


 
Galeria de Fotos
(Clique nas fotos para visualizar no tamanho original)



 

 

 


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Vídeo Inauguração do Museu da Paz - Jaraguá do Sul - SC


Inauguração do Museu da Paz na cidade catarinense de Jaraguá do Sul.







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Kawanishi H6K5


Usuário: Japão
Função: Hidroavião de casco para reconhecimento de longo alcance
Fabricante: Kawanishi Aircraft Company
Velocidade máxima: 385 km/h
Teto de serviço: 9.560 m
Alcance: 6.775 km
Peso (vazio): 12.380 kg
Peso máximo para decolagem: 23.000 kg
Envergadura: 40 m
Comprimento: 25,63 m
Altura: 6,27 m
Motor: 4 motores radiais a pistão Mitsubishi Kinsei 51 de 1.300 HP
Armamento: 2 metralhadoras de 7,7 mm na torre dianteira; 1 metralhadora de 7,7 mm em cada cúpula; 1 metralhadora de 7,7 na posição dorsal; 1 canhão de 20 mm na torre da causa; provisão para 2 torpedos de 800 kg ou até 1.000 kg de bombas.


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