João Barone
Da Glória ao Esquecimento...

6 de agosto de 2014

Livro Aço Vermelho - Entrevista com o autor João Claudio Pitillo

Lançado no dia 22 de julho, o livro Aço Vermelho - Os Segredos da Vitória Soviética na Segunda Guerra Mundial aborda um tema que por muitas vezes é deixado de lado, ou pelo menos tem sua importância diminuída quando comparado a outros fatos e campanhas militares ocorridos no maior conflito já visto pela Humanidade. A participação da URSS na Segunda Grande Guerra foi marcada por embates horrendos e cercos impetuosos, o grande senso de nacionalismo de seus comandantes e as árduas batalhas também são características marcantes da campanha soviética na guerra.

A obra de João Claudio Pitillo, licenciado em História pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), mestrando pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro do grupo de Estudos do tempo Presente da UFS (Universidade Federal de Sergipe), traz uma leitura agradável e de fácil entendimento, usa de documentos e referências históricas para apresentar seu conteúdo.

Veja a entrevista com o autor:

PSG: Qual o enfoque principal e que objetivos o livro almeja?

JP: O enfoque principal do meu livro é a participação soviética na Segunda Guerra Mundial, ele revela detalhes das táticas e estratégicas desenvolvidas pelo Exército Vermelho, os meandros da participação e da mobilização do povo soviético, as ações do PCUS (Partico Comunista da União Soviética) e as diretrizes governamentais que permitiram ao Estado soviético alcançar um nível de desenvolvimento capaz de suportar as necessidades que a Guerra lhe impôs.

Tenho como objetivo, revelar ao povo brasileiro o verdadeiro papel da URSS na Segunda Guerra Mundial, que é bem diferente do que o Brasil conhece, fruto de sua subordinação a Guerra Fria.

O livro tem um caráter revolucionário, pois revela através de materiais inéditos em nosso país, detalhes que resgatam a verdade histórica sobre a participação soviética no referido, já que as análises recorrentes em nossa sociedade muitas vezes subestimam os soviéticos e superestimam os anglo-estadunidenses. Até mesmo os derrotados nazistas, são mais conhecidos em nosso país do que a URSS, que foi a grande vencedora.

Meu trabalho é uma busca constate de se reparar os erros históricos cometidos pelo anticomunismo paranoico da Guerra Fria em nosso país, que nos privou de excelentes materiais e ótimas análises produzidas pelos soviéticos depois da Segunda Guerra Mundial, isto é, todo o exemplo vencedor da URSS nunca foi estudado no Brasil por causa da nossa subordinação aos ditames políticos e culturais vindos de Washington.


PSG: Que objetivos se pretendiam com a publicação de um trabalho relacionado a Rússia na guerra, um tema não tão difundido no cenário brasileiro quando se fala sobre a Segunda Guerra Mundial?

JP: A pesquisa necessária no campo da História Militar ficou prejudicada em nosso país, por não conhecermos em detalhes a Segunda Guerra Mundial.

Os estudos militares no Brasil patinam a muito tempo, desde o golpe de 1964 que só estudamos os países centrais do Ocidente, que muitas vezes estão aquém do desenvolvimento soviético.

Precisamos iniciar uma nova etapa dos estudos militares no Brasil, uma vertente mais plural, onde possamos estudar e conhecer a fundo os motivos que levaram a URSS a superar a Alemanha nazista, libertar cerca de 20 países e se constituir no Estado mais poderoso do mundo em 1945.

Acredito que a participação soviética na Segunda Guerra Mundial é o marco mais importante da História Contemporânea. O surgimento do fascismo e a emergência de Estados reacionários, que se uniram para derrotar a URSS com o consenso das democracias Ocidentais, foi algo bárbaro. A capacidade da URSS de resistir praticamente só, a toda essa máquina de guerra merece um estudo bem detalhado, por isso escrevi o “AÇO VERMELHO”.

O fato de eu ser o primeiro brasileiro a escrever sobre a participação soviética ao longo desses 70 anos, mostra como nossos estudos sobre a Segunda Guerra Mundial ainda são frágeis. Espero que em breve mais pessoas possam estudar a participação soviética no referido conflito sem as mentiras da Guerra Fria e as calúnias do revisionismo.

Me chama atenção a enxurrada de publicações e produções sobre os nazistas em nossa sociedade, vejo a grande mídia sempre ressaltando algumas particularidades dos nazistas e fascistas de forma positiva, será que esqueceram que eles assassinaram centenas de brasileiros a bordo de nossos navios mercantes de forma covarde? Além de terem matado muitos dos nossos queridos Pracinhas!


PSG: Quais os seus planos para o futuro, algum trabalho ou pesquisa em andamento?

JP: A minha dissertação de mestrado também vai virar um livro, estou escrevendo sobre como a sociedade brasileira assistiu a Segunda Guerra Mundial.

Estou fazendo uma minuciosa pesquisa nos principais jornais da época, para comparar as notícias que esses veículos estampavam sobre a URSS e o que realmente acontecia na Frente Soviético-Alemã. Estou usando os pressupostos da História Comparada, pois sou aluno do Programa de Pós Graduação de História Comparada, no mestrado da UFRJ.

Também estou preparando um livro sobre a Batalha de Moscou, onde usarei como base algumas fontes primárias soviéticas inéditas no Brasil. Vou relatar o desmantelamento da blitzkrieg nas portas da Capital Russa. Acredito que até o segundo semestre de 2015 eles já estejam prontos.


PSG: Professor, quais são suas considerações finais?

JP: Espero que essa minha pequena contribuição para a discussão histórica, envolvendo a participação soviética na Segunda Guerra Mundial, seja bem aceita pelos brasileiros.

Torço que o livro “AÇO VERNELHO – OS SEGREDOS DA VITÓRIA SOVIÉTICA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL”, seja um contraponto aos enlatados produzidos pelos anglo-estadunidenses e nazistas que circulam em nosso país com pompa de verdade absoluta, mas não passam de propaganda de guerra.

Agradeço ao Portal da Segunda Guerra, pelo espaço, divulgação e a oportunidade de falar sobre o livro AÇO VERMELHO. É de espaços como esses, onde o debate é plural que precisamos. Abraços a todos!

O livro pode ser adquirido online, através do site da Editora Multifoco.
www.bit.ly/1sygQnm




31 de julho de 2014

Documentário O Caminho dos Heróis













O programa produzido pelo canal History, será apresentado por João Barone, que através de diversos relatos e depoimentos, remontará o cenário e os passos pelas quais a Força Expedicionária Brasileira esteve sujeita durante sua campanha de guerra na Itália.

A reunião entre o Grupo Histórico FEB e o grupo italiano Irmãos da Montanha, criado com o objetivo de homenagear e manter viva a memória dos combatentes brasileiros, resultou numa produção rica em detalhes que promete emocionar e expor a verdadeira história dos homens que, apesar de grandes adversidades, lutaram bravamente por valorosos ideais.

O documentário também conta com a participação do historiador e especialista da FEB, Giovanni Sulla, que juntamente com outros incentivadores refez o trajeto do Brasil no conflito.

Estreia hoje, 31 de julho às 23h, no canal History.


28 de novembro de 2012

Lançamento do livro "Soldados Que Vieram de Longe" em Petrópolis e Fortaleza.


Enviado pelo Projeto Cultura.

O livro "Soldados Que vieram de Longe" relata a história dos 42 militares brasileiros, de origem judaica, que participaram da Segunda Guerra Mundial ao lado da Força Expedicionária Brasileira (FEB).

O lançamento da obra ocorrido na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, contou com a presença da assessora de Deputado Federal Hugo Leak, do Professor Taulois, assessor do reitor da UCP, dos professores e alunos da Yeshivá (Colégio Israelita) e seu diretor o Rabino Binjamini, marcou presença também o Rabino Ziv Balaban, Presidente da Sinagoga Carlos Watkins, diretores das sinagogas Cel. Ivo Albuquerque e Sra., membros do Instituto Histórico, Tenente Lourenço representando o Comandante do Batalhão do Imperador, entre tantos integrantes dos setores acadêmico, histórico e da comunidade israelita.

Em Fortaleza o lançamento ocorreu na Livraria Cultura, sob os auspicios da SIC - Sociedade Israelita do Ceará, presidida pelo Dr Marcus Strozberg. Presentes o Comandante Cleber Ribeiro da Silva, do 3º Distrito Naval, o Juiz de Direito Dr Bezerril Queiroz,  o Presidente da Sociedade de Amigos da Marinha, Dr Silvio Jorge, o Comandante da Marinha Mercante Francisco Gondar, membros da SIC, professores, historiadores e diretores da SIC.

O Tenente da reserva da Marinha e ex-combatente Melchisedec Affonso de Carvalho, um dos biografados no livro, e que completava 
84 anos, discorreu sobre A GUERRA QUE EU VI, relatando sua experiência nos comboios em mares sujeitos aos ataques submarinos da Alemanha nazista.






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23 de janeiro de 2012

90 Anos do Cel Amerino Raposo Filho - Seu Grupo disparou o Último Tiro da Artilharia Brasileira na Italia, em 29/04/1945


20 de janeiro de 2012 - uma data festiva para os Veteranos da FEB. No Rio de Janeiro o Cel Amerino comemora seus 90 anos cercado das manifestações de carinho da família e de tantos companheiros, mesmo os distantes reunidos numa corrente invisível para saudá-lo com votos de muita saúde e realizações, ele que continua lutando pela causa FEBiana, como vemos nas fotos recentes na Casa da FEB, onde realizou em dezembro de 2011 magnífica e informativa palestra entretendo os presentes por duas horas, descrevendo suas vivencias com riqueza de detalhes somente possível por quem viveu aquela época, como a recepção aos brasileiros ao longo da entrada de Bombiana, já ao final da guerra, saudados como os Liberatori.

O então Ten Amerino foi o comandante da Linha de Fogo da 2a. Bateria do III GO 105, do Cap Walmicki Ericksen, que cumpriu a derradeira missão de combate da Artilharia Divisionaria da FEB, disparando o último tiro na Italia, em apoio de fogo na região de Collechio/Fornovo ao cerco e rendição da 148ª. Divisão de Infantaria alemã e da Divisão Bersaglieri italiana, evento este até hoje comemorado no atual aquartelamento do Grupo Bandeirante de Barueri-SP a cada 29 de abril.
Atual VP do CEBRES o Cel Amerino, da Turma de 1943 da Escola Militar do Realengo, foi voluntário para a FEB, possuindo 16 condecoracoes, inclusive a Cruz de Combate, e na FEB tirou o curso de Esquiador e Alpinista junto a Mountain School - 10th Mountain Division/Vth USA Army.
Parabéns, Cel AMERINO, seus companheiros, amigos e admiradores da Casa da FEB saúdam efusivamente o Bravo Artilheiro da FEB, que nos campos da Itália honrou as gloriosas tradições de Caxias e Mallett.


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21 de janeiro de 2012

Entrevista com o Tenente Israel Blajberg, entusiasta da FEB


Nascido no Rio de Janeiro aos 31/maio/1945, brasileiro nato de primeira geração flho de imigrantes poloneses.

Professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense desde 1972. Engenheiro do BNDES (1975-2011). Formado em 1968 pela ENE-UB.
Coordenador do Ciclo de Encontros FEBianos 2011, Editor do NOTICIÁRIO ANVFEB, 2º. Diretor-Social da SOAMAR-RIO, Diretor Técnico-Cultural da Associação dos Antigos Alunos da Politécnica, Diretor de Relações Públicas da Associação Nacional dos Veteranos da FEB. Presidente da AHIMTB/RIO, Diretor de Comunicação Social do IGHMB, Diretor de Cidadania da FIERJ.
Ex-aluno do CPOR/RJ, Turma Marechal Rondon, Artilharia 1965. Diretor da Associação de Ex-Alunos. Cursou a ESG em 2004 – CAEPE e 2007 – CLMN. Membro da ADESG e OVART.
Escreveu o livro Soldados que Vieram de Longe e artigos publicados em revistas e sítios militares, como DEFESA NACIONAL, VERDE-OLIVA, O Anfíbio, O ADESGUIANO, BNDES –Revista dos Clubes Militar, de Aeronáutica e Naval. Palestrante na Casa do Saber, Clube Militar, Clube Monte Sinai, e diversos seminários e congressos.
Condecorações: Ministério da Defesa, Medalha da Vitória - Marinha, Medalha de Amigo da Marinha - Exército, Medalha do Pacificador - Aeronáutica, Ordem do Mérito Aeronáutico, Cavaleiro, e outras das Associações de Ex-Combatentes Nacionais e de Nações Amigas e da PMERJ. Amigo da AD/1 e do MMCL.

PSG- Tenente Israel Blajberg, o senhor poderia expor sua opinião sobre o esquecimento da Força Expedicionária Brasileira pela grande maioria?


IB- Parece incrível que há quase 70 anos, multidões pararam o centro do Rio para aclamar nossos pracinhas que voltavam da Guerra, quando hoje o assunto ficou restrito a uma minoria de estudiosos e interessados, enquanto outros temas ocupam as atenções do público.

Talvez algum antropólogo ou sociólogo pudesse examinar melhor o assunto, mas enquanto isso nao acontece, e já que fui consultado, penso que tal se deve ao temperamento lúdico do brasileiro, em geral interessado em música, novelas, enfim, distante de guerras, serviço militar, e mesmo da política, haja vista o que vemos diariamente nos jornais acerca dos políticos por nós eleitos. Entretanto, tal tedencia não parece ser exclusiva nossa, eis que em diversos outros paises nota-se que as comemorações da 2ª Guerra Mundial já não chamam tanto a atenção como no passado. Uma das causas possivelmente seria o decrescimo natural do número de veteranos ainda vivos.

Outra causa do paulatino esquecimento e que o Brasil nunca mais partcipou de guerras, salvo raros casos pontuais de pequena monta, apenas de Operações de Paz. Assim, não existe a renovação que ocorre nas associções de veteranos, em paises que vão emendando uma guerra na outra através dos tempos, como EUA, França, Inglaterra e outros. Embora existam aqui outras associações de veteranos, como as do chamado pessoal da praia, do Batalhão Suez, de São Domingo, dos Fuzileiros, elas não se comunicam entre si, e o pior, em alguns casos ainda competem, o que em nada ajuda a causa.


No Brasil, a memória dos feitos militares vai ficando cada vez mais rarefeita, com o assunto pouco ventilado nas escolas de todos os níveis. Uma exceção seriam os museus, onde observamos alguma expansão no tocante a FEB, como os militares por todo o país, e alguns ligados a associações de veteranos.


PSG
- O que o senhor acredita que vá acontecer no futuro com a memória dos veteranos da FEB?
IB- A memória dos Veteranos da FEB vai depender dos filhos, netos e bisnetos dos expedicionários, e demais voluntários interessados, pois o poder público já demonstrou que pouco pode ajudar.
A tendência até agora foi de caminhar assintoticamente para uma estabilização em nível mínimo, com base nas notícias que temos das Regionais, no passapo quase 50 e hoje reduzidas a no máximo 15 e quase todas com pequeno quadro de sócios. A FEB era um microcosmo de quase todos os estados brasileiro, dai a pulverização das regionais. Na Argentina até há pouicos anos ainda existia uma asociação dos descendentes da Guerra da Tríplice Aliança.

PSG- Hoje em dia, as novas tecnologias permitem que muitas informações possam ser compartilhadas entre incontáveis pessoas, o senhor acha que isso pode ser usado para divulgar e difundir a Força Expedicionária Brasileira?
IB- Certamente, a Internet, os museus volantes, as palestras multimidias podem levar a história até as escolas, clubes, enfim, a informação pode ser completamente descentralizada. Isto é o que está previsto para execução p. ex. na Casa da FEB no Rio, onde a empresa Tecnolach ofereceu toda a reforma e modernização das instalações até então extremamene envelhecidas e obsoletas. Os Encontros FEBianos que iniciamos em 2011 deverão ser condensados em anais, para ampla distribuição por todos os canais de divulgação, aumentando assim a visibilidade da história FEBiana.

PSG- Tenente, gostaria que deixasse suas considerações finais, obrigado.
IR- O ano de 2012 é muito importante para todos que cultuam a memória dos feitos heróicos das armas brasileiras na Segunda Guerra Mundial, pois marcará os 70 anos de eventos históricos relevantes para o povo brasileiro, iniciando-se com a Conferencia Pan-Americana de janeiro de 1942, com o Chanceler Oswaldo Aranha representando o Brasil, em 15 jan 1942 no Rio de Janeiro, baixando resolução unânime de que as Repúblicas Americanas romperiam relações com as potências do Eixo, o que foi feito pelo Brasil em 28 jan 1942. Em represália, a Alemanha nazista inicia uma violenta campanha anti-submarina contra a navegação marítima nacional, com o torpedeamento do BUARQUE, o primeiro de mais de 30 navios mercantes a serem afundados, com a perda de 1 milhar de vidas brasileiras.

Em 22 ago 1942– Face ao clamor popular diante da brutal agressão nazista, com o torpedeamento de 7 navios (Baependy, Araraquara, Annibal Benévolo, Itagiba, Arará, Jacira e um pesqueiro), com perda de mais de 600 vidas em apenas 4 dias, o Brasil após reunião do Ministério reconhece o estado de beligerância com a Alemanha e Itália, e em 31 ago 1942 - Através do Decreto Lei 10.358, o governo declara o estado de guerra com a Alemanha e Itália, para todo o Brasil.

Nos anos seguintes o Brasil participou ativamente do conflito, como uma das 19 Nações Aliadas, permitindo o uso de suas bases para o esforço de guerra, enviando suprimentos estratégicos, defendendo o Litoral com forças de Terra, Mar e Ar, e formando a FEB – Força Expedicionária Brasileira, com 25 mil soldados, e o 1º. Grupo de Aviação de Caça (Senta-a-Pua), com 500 homens, que atuaram na Itália até o final da guerra em 8 de maio de 1945, sofrendo a perda de 465 soldados  que tombaram em ação, e cujos restos mortais encontram-se no MNMSGM, onde será instalada a obra objeto desta homenagem.

Assim sendo, faço aqui um chamamento a todos os descendentes dos Veteranos da 2ª. Guerra Mundial, para que empunhem a bandeira deixada pelos seus antepassados, a fim de mantê-la sempre elevada, recordando uma das páginas mais gloriosas da Historia do Brasil, um pais ainda rural na década de 40 e que soube responder a traiçoeira agressão de uma das mais cruiéis e poderosas máquinas de guerra jamais vista, dando uma rsposta a altura no nosso litoral e nos campos de batalha da Italia. Uma operação que ainda hoje seria dificílima de executar, haja vista os deslocamentos das nossas Forças de Paz para o Haiti, por exemplo, e que na época fomos capazes de realizar com grande sucesso, levando 25 mil expedionarios para lutar na neve com modernos equipamentos ainda não conhecidos, obtendo o reconhecimento dos Aliados. Uma história da qual podemos e devemos nos orgulhar.

Prof Israel Blajberg
Diretor de RP – Casa da FEB – Rio



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20 de janeiro de 2012

Soldado Luiz Stoeberl Filho


Nome: Luiz Stoeberl Filho
Contingente: Força Expedicionária Brasileira
Id.: 2G-128123
Classe: 1921
Regimento: 11º Regimento de Infantaria
Escalão: 2º Escalão
Cidade Natal: Rio Negro
Estado: Paraná
País: Brasil

O soldado Stoeberl faleceu no dia 18 de abril de 1945 quando junto da 9ª Companhia, atacava a cidade de Montese. Citado pelo decreto de sua condecoração como tendo agido com grande heroísmo. O soldado tombou na Itália quando com sua arma automática trocava disparos com duas posições inimigas, num bombardeio de atilharia foi ferido gravemente, e mesmo depois de caído ajudou sua tropa a capturar um comandante de batalhão. Luiz Stoeberl Filho foi agraciado com as medalhas: Medalha de Campanha, Sangue do Brasil, Cruz de Combate de 2ª Classe e Cruz de Combate de 1ª Classe.


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19 de janeiro de 2012

Diga Não Ao SOPA!


O que é o SOPA?
O SOPA (Stop Online Piracy Act) é um projeto de lei atualmente em discussão no Congresso dos Estados Unidos. Criado pelo deputado republicano Lamar Smith, o projeto prevê medidas mais duras para evitar o acesso de internautas daquele país a conteúdo pirata na internet.
O projeto foi criado em outubro de 2011, mas começou a ser discutido em dezembro do ano passado. Ele entrará novamente em debate no Congresso dos Estados Unidos em fevereiro.

Quais os principais alvos do SOPA?
O SOPA pretende impedir o acesso de americanos a sites de compartilhamento ilegal de vídeos e músicas, além de sites que vendem produtos falsificados, como remédios, calçados e roupas. Sites que comercializam armas e drogas também estão na mira da nova lei.
Em sua maioria, estes sites são hospedados em países com fraca vigilância sobre pirataria de conteúdo, muitos deles no leste europeu. Como estão fora dos Estados Unidos, na prática esses sites ficam imunes a possíveis processos movidos na Justiça daquele país.
Segundo o deputado Lamar Smith, um dos objetivos da lei é evitar o desemprego de milhares de americanos, já que muitas empresas têm seus negócios prejudicados pela pirataria.

Quais as medidas previstas no SOPA?
Em vez de tentar retirar os sites do ar, o SOPA quer que os provedores americanos bloqueiem o acesso de seus clientes a sites considerados impróprios. Os sites continuariam no ar, mas seria impossível acessá-los a partir dos Estados Unidos.
Além disso, o SOPA prevê que empresas americanas cortem qualquer tipo de vínculo com sites considerados impróprios. O PayPal, por exemplo, seria proibido de repassar pagamentos a um site bloqueado. Twitter e Facebook teriam que fechar contas relacionadas aos sites. Redes de publicidade teriam que eliminar seus banners. O Google teria que remover sites bloqueados de suas buscas.
Dessa forma, além de impedir acesso a sites considerados impróprios, o SOPA cortaria suas fontes de renda. O SOPA também proibiria o uso de ferramentas e programas destinados a "furar" o bloqueio.
A ordem para bloquear sites seria obtida a partir de um pedido do Procurador Geral dos Estados Unidos. O pedido teria que ser aprovado por um juiz para que a ordem entrasse em vigor.

Quem é a favor do SOPA?
Entidades como a MPAA, que representa os grandes estúdios de Hollywood, e RIAA, que reúne grandes gravadoras, são a favor do SOPA. Esse grupo também inclui empresas de roupas e calçados, como Nike e Adidas, editoras de livros (Penguin, McGraw-Hill, Pearson) e a indústria do tabaco (Philip Morris) Essas entidades argumentam que medidas mais drásticas são necessárias para combater a pirataria nos Estados Unidos, já que muitos sites com conteúdo ilegal atualmente estão fora do alcance da lei, por estarem hospedados em outros países.

Quem é contra o SOPA?
Empresas de tecnologia e internet, como Microsoft, Twitter, Google, Yahoo!, AOL e Facebook, são contra o SOPA. De modo geral, essas empresas afirmam que o SOPA criaria uma censura na internet, ao classificar determinados sites como próprios ou impróprios para os internautas. Esse tipo de legislação, segundo essas empresas, poderia ainda prejudicar a inovação e a colaboração em novos projetos e iniciativas, uma das maiores virtudes da internet.
Além disso, essas empresas argumentam que, em muitos casos, é difícil determinar se um tipo de conteúdo é ilegal ou não. Um exemplo disso seria um vídeo amador montado a partir de curtos fragmentos de filmes. Assim, segundo os opositores da lei, seria muito fácil bloquear injustamente um site.
Na semana passada, a Casa Branca também emitiu um comunicado dizendo que não aprova a SOPA em sua atual versão.

O SOPA vale fora dos Estados Unidos?
Não, mas a nova lei pode ter consequências globais. Além de perder os visitantes dos Estados Unidos, os sites perderiam suas fontes de receita provenientes de serviços americanos (PayPal, redes de publicidade). Com isso, alguns sites poderiam ser obrigados a fechar devido a falta de recursos.

O que é o PIPA?
O PIPA (Protect Intellectual Property Act) é um projeto de lei conceitualmente parecido com o SOPA, também em discussão nos Estados Unidos. Ele é mais focado na distribuição de conteúdo digital e menos focado na venda de produtos físicos piratas. O PIPA também prevê que provedores dos Estados Unidos devem bloquear a sites considerados impróprios e que empresas americanas devem cortar qualque tipo de vínculo com esses sites.

27 de maio de 2011

Festa no lançamento e noite de autógrafos do livro de Derek


O Palácio das Águias esteve em festa, na noite de sexta-feira, 15 de Abril, com o lançamento do livro “Da Glória ao Esquecimento: os socorrenses na Segunda Guerra Mundial – resgatando a memória da cidade”, escrito pelo historiador Derek Destito Vertino.
Com a presença de dezenas de amigos, dos pais Clara e Cido, e parentes dos pracinhas socorrenses, a noite de autógrafos teve início com as palavras do autor, que fez uma rápida explicação dos motivos que o levaram a escrever o livro.

O primeiro objetivo de sua pesquisa histórica, foi o de levantar um monumento aos heróis socorrenses, a exemplo do que existe em outras cidades da região. Esbarrou com uma série de dificuldades, entre elas a falta de dados, fotos e documentos da época, as quais perderam-se com a grande enchente de 1970. Da memória dos pracinhas, seus descendentes também não tinham muito a contar. Os jornais locais devem ter falado dessa epopéia dos socorrenses, também rodaram com as águas da enchente.
“Como o monumento era uma incerteza, a curto prazo, há dois anos comecei a pesquisa sobre a participação do Brasil na II Guerra Mundial e, em especial, da participação dos socorrenses, para escrever o livro que resgata um pouquinho da História”, disse Derek que, agora, aguarda o cumprimento do compromisso da prefeita Marisa, em levantar o Monumento aos Pracinhas, conforme o acordo feito com ele e descendentes dos soldados.

No vídeo que passou, em seguida, feito por alunos da Universidade Anhembi Morumbi, com depoimento de expedicionários que participaram a guerra, ficou bem clara a vontade da ditadura Vargas em colocar esse episódio no esquecimento. Depois da tomada de pontos estratégicos na Itália, com a rendição de soldados inimigos, a FEB – Força Expedicionária Brasileira, foi destituída e seus soldados dispensados, antes mesmo de voltarem ao Brasil.

E mesmo recebidos com festas, em seus municípios, não receberam nenhuma ajuda governamental durante anos. Nossos pracinhas foram esquecidos, pois a ditadura de Getúlio Vargas, não interessava ressaltar feitos heróicos realizados em nome da democracia.

Após a apresentação do vídeo, as viúvas dos veteranos receberam botões de rosas. A filha de Thomas Marcelino Borim, Neusenice, ficou muito emocionada ao agradecer, em nome dos demais parentes, pelo trabalho desenvolvido por Derek, em seu livro:
“Meu pai sempre dizia não entender o porquê desse esquecimento por parte das autoridades, de um feito tão importante de nossa História. Ele sempre participava de eventos em outras cidades, feitos em homenagens aos pracinhas. Para nós, esse é um momento muito importante e tenho certeza que meu pai está feliz, com esse resgate da história. Muito Obrigada!”, disse ela.

Em seguida foi servido um coquetel aos convidados, enquanto Derek autografava os livros, para os amigos que formaram uma longa fila para adquirir um exemplar. O autor agradece a fotos os que compareceram ao evento e aos patrocinadores do livro.

E com a internet, o livro chegou aos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, interior de São Paulo, Brasília, Rio Grande do Norte, Alagoas, Belém do Pará e em outros países, também na comunidade brasileira em Angola e Alemanha.

Quem não compareceu e quer conhecer um pouco dessa parte da II Guerra Mundial, da participação da FEB e dos pracinhas socorrenses, o livro está sendo vendido por R$17 no Mercado Livre: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-179747016-da-gloria-ao-esquecimento-os-socorrenses-na-segunda-guerra-_JM ou por outros contatos: derekdvertino@gmail.com / derekdvertino@hotmail.com / (19) 8126 9182 e (19) 8170 9858.
Colaboradores: Derek Destito Vertino e Maria Tereza Ferraz
Fotos: Maria Tereza Ferraz do Carmo e Isabela Fernandes Rosa

O Portal Segunda Guerra parabeniza a atitude do historiador Derek Vertino, por sua iniciativa em resgatar a história de pessoas tão importantes como os Ex-Combatentes da FEB. E agradecemos o espaço e a citação que o autor fez em seu livro sobre o Portal Se Gunda Guerra.


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22 de maio de 2011

Entrevista com João Barone, entusiasta da Segunda Guerra Mundial e baterista dos Paralamas


João Barone é o baterista de uma das bandas de mais sucesso no Brasil, essa que junto com Legião Urbana, Titãs e Barão Vermelho, forma a base do rock nacional, Os Paralamas Do Sucesso. Também atua como entusiasta da Segunda Guerra Mundial, usa sua paixão por veículos militares antigos para promover uma ideia já esquecida e tão importante quanto o valor e os ensinamentos que a guerra trouxe. Veja a entrevista abaixo:


PSG: Sr. João Barone, você é um entusiasta da Segunda Guerra Mundial, assim como da FEB, gostaria de saber, o que o motiva, e qual a importância, na sua visão, possui resgatar e guardar a história que envolve todo esse conflito?

JB: Tive um reencontro com o tema depois que me dediquei a restaurar um jeep Willys MB da Segunda Guerra, ocasião em que fundamos um clube de entusiastas de viaturas militares antigas no Rio, o CVMARJ. Comecei a me interessar com mais motivação pelo tema, pois meu pai dirigia um jeep como esse quando era soldado no Regimento Sampaio, em ação na Itália com a FEB. Nos eventos em que nosso clube participava, sempre dávamos especial atenção aos ex-combatentes, nos desfiles e eventos. Sempre me deparei com a falta de valorização dos da história do Brasil na Segunda Guerra, não apenas do esquecimento dos ex-combatentes, mas tudo que significou o Brasil enviar seus soldados para uma guerra em plena Europa, enquanto nos éramos um país de 4º mundo, tudo que isso significou. Conhecer a história da FEB ajuda a entender os paradoxos do Brasil de hoje.

PSG: Um dos trabalhos que realizou foi o documentário pela History Channel, “Um Brasileiro No Dia D”, gostaria que nos contasse como foi à experiência de refazer os passos de uma batalha tão importante como a do Dia D. E o que o motivou a isso.

JB: Está tudo bem explicado no documentário e depois no livro que escrevi: A minha Segunda Guerra. Foi um verdadeiro sonho visitar aqueles lugares na Normandia onde ocorreu o Dia D. Foi emocionante ver como os ex-combatentes são LEMBRADOS e RESPEITADOS por todos, isso foi um dos pontos altos da narrativa.

PSG: Assim como o documentário citado antes, um dos motivos de ter escrito o livro “A Minha Segunda Guerra” foi a de que seu pai participou do conflito, como muitos sabem, integrando a Força Expedicionária Brasileira. No livro, você registrou muitos aspectos curiosos da guerra, do documentário que apresentou, bem como de seu pai. Em relação a você, como foi registrar esses fatos? E que repercussão você acha que eles tiveram e ainda tem sobre as pessoas?

JB: Eu fico aliviado em saber que existem pessoas que sabem, reconhecem e respeitam a participação do Brasil na guerra, mas a grande maioria desconhece tudo que diz respeito a isso. Nossa missão é não deixar que o
sacrifício dos que morreram nos torpedeamentos dos navios brasileiros e nos campos de batalha e nos céus da Itália seja esquecido. Lembrar por que lutaram e por que morreram, deixar esta lição para as gerações atuias e futuras. O brasileiro teve coragem e fibra na luta, não somos um bando de fanfarreiros, como muitos querem nos transformar.

PSG: Você é um colecionador de viaturas militares antigas, e faz parte da Associação Brasileira de Preservadores de Viaturas Militares, em sua opinião, qual importância exerce expor para as pessoas algo realmente impactante da Segunda Guerra Mundial, ou seja, as pessoas ouvem muito falar do conflito, de estórias sobre a mesma, mas mostrar de perto instrumentos, réplicas ou verdadeiros, da guerra para as pessoas é algo diferente, qual a influência que isso causa?

JB: Isso passa por certas tecnicidades, coisas que nem todo mundo tem disposição. Eu acho legal saber os nomes dos aviões e tanques, mas tem horas que isso se torna massante. Saber sobre a Segunda Guerra vai mais além do que passear de jeep domingo de manhã, mas eu reconheço que isso leva a outras coisas mais importantes, como o resgate histórico, valores cívicos, essas coisas que chamam de cultura.
PSG: Sr. Barone, por favor, deixe suas considerações finais. Obrigado pela entrevista e ainda mais sucesso!
JB: A Segunda Guerra é um assunto amplo, que desperta muitos sentimentos, mas acima de tudo, o horror à monstruosidade humana. Na tentativa de dar um bsentido a tudo que aconteceu naqueles tempos conturbados, acredito que a maioria das pessoas que se deixa levar pelo tema reconhece como a guerra foi capaz de despertar o melhor e o pior da natureza humana. Esse é seu grande legado: jamais esquecer.



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6 de maio de 2011

Procurador-geral de Justiça será homenageado por Veteranos da FEB com medalha do mérito


Enviado por Rigoberto Júnior - Secretário Ad-hoc ANVFEB PE

O Procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon, recebeu na manhã desta Segunda-feira (2), em seu gabinete, a visita de dois heróis da II Guerra Mundial: Archias Alves de Almeida Júnior e Rigoberto de Souza – respectivamente, Presidente e Vice-presidente da Associação dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB) – Regional PE. Durante o encontro, os dois Veteranos comunicaram oficialmente a Fenelon a homenagem que lhe será prestada com a outorga da Medalha do Mérito Pracinha Antônio Vieira.
 
A entrega da condecoração será feita durante formatura militar alusiva ao Dia da Vitória, às 9h30 da próxima sexta-feira (6), no Comando da 7ª Região Militar (Avenida Visconde de São Leopoldo, 198 – Engenho do Meio). O ato solene será conduzido pelo Comandante Militar do Nordeste, General de Exército Odilson Sampaio Benzi.

De acordo com o Presidente da Associação dos Veteranos da FEB, a homenagem é prestada às personalidades pernambucanas que têm relevantes serviços prestados à memória da Força Expedicionária Brasileira. “Sempre nos seus discursos, o procurador-geral de Justiça tem feito referências elogiosas à bravura dos nossos Pracinhas nos campos de batalha da Europa, durante a II Guerra Mundial, sem falar que o pai dele, Henrique Fenelon, foi também veteranos da FEB”, explicou o Major Archias.
 
“O Brasil precisa saber tratar melhor os nossos verdadeiros heróis, aqueles que arriscaram suas vidas e derramaram seu sangue nos campos de batalha, em defesa de um mundo livre”, argumentou Fenelon. O Procurador-geral ainda frisou que seu pai alistou-se como voluntário na FEB, lutou na batalha de Montese, na Itália, e voltou ao Brasil como Herói de guerra. “Como filho de um Veterano da FEB, estou agora numa batalha em defesa da cidadania”, finalizou.



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Conselho Estadual de educação de Santa Catarina aprova inclusão de temas vinculados a FEB em materiais didáticos


Enviado por Andréia Lopes - "FEB - Museu da Paz" - Jaraguá do Sul


No dia 19 de abril, em Florianópolis, conseguiu-se a aprovação por unanimidade do Conselho Estadual de Educação para a inclusão nos currículos escolares e livros didáticos estudos e temas vinculados à participação do Brasil na 2ª Guerra Mundial através da Força Expedicionária Brasileira, atendendo a uma das propostas da Carta de Jaraguá, documento produzido durante o 22º Encontro Nacional de Veteranos da FEB, em novembro do ano passado, em Jaraguá do Sul.
Este Conselho irá sugerir aos outros estados brasileiros para que, assim como Santa Catarina, também incluam os estudos sobre a FEB nos currículos escolares.


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18 de abril de 2011

BPVMA - Batalha De Montese - Solenidade na 15ªCSM‏


Enviado por Carmen Lúcia

Envio um filmeto da nossa celebração da Tomada de Montese no quartel de Artilharia em Curitiba no dia 14 de abril, estavamos presentes com os pracinhas, a musica entoada em todo o percurso foi a canção do Expedicionário, cantamos, vimos o desfile, o general Italo Conti que porta o bastão da FEB em Curitiba( artilheiro) discursou emocionado lembrando os mortos em Pistóia.



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Nota de Falecimento: Veterano da FEB José Bezerra de Morais


Enviada por Rigoberto de Souza Júnior - Secretário AD-hoc ANVFEB PE

É com grande pesar que comunicamos o falecimento de Veterano da FEB José Bezerra de Morais, ocorrido em 12/04/11, na cidade do Recife,após um período bastante longo de internação no Hospital Português,aqui em Recife.

A Associação Nacional dos Veteranos da FEB - Regional Pernambuco, se solidariza com sua Família neste momento de profunda tristeza.

Major Archias Alves de Almeida Júnior
Presidente

"Conspira contra a sua própria grandeza, o povo que não cultiva seus feitos heróicos"


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7 de abril de 2011

Camuflagem de fábrica de aviões americanos


Durante a Segunda Guerra Mundial, muito se trabalhou na questão de enganar e despistar o inimigo, seja quanto aos países do Eixo, quanto aso países Aliados. As fotos abaixo mostram o trabalho dos engenheiros americanos para esconder, com a camuflagem, a fábrica de aviões da Lockheed, em Burbank, e também para evitar possíveis ataques aéreos japoneses, assim, a região rural parecia um local com apenas fazendas.


 

 

 

 

 


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23 de março de 2011

II Encontro de Entusiastas da 2ª Guerra Mundial


De 17 a 19 de junho de 2011, estará ocorrendo o II Encontro de Entusiastas da 2ª Guerra Mundial, na cidade de São Bento do Sul, em Santa Catarina.

Viaturas militares antigas, reencenadores, comércio de militarias, colecionadores e estudiosos, o evento promoverá essas e outras atrações.

A principal atração do evento, promete ser o lançamento do filme 'Heróis - O Filme', do diretor Gustavo Aeraphe, a produção retrata a história real de três pracinhas da FEB.

O evento é realizado pela Prefeitura Municipal de São Bento do Sul e pela Fundação Cultural de São Bento do Sul.



Programação

Dia 17 / 06 sexta-feira

Recepção dos participantes e montagem de estande.


Dia 18 / 06 sábado

9:00h até 22:00h Exposição de viaturas militares antigas.

Comércio de militaria.

Exposição de objetos militares da 2ª Guerra Mundial.

Presença de reencenadores histórico/militar.

Sessões de Cinema.

09:30h Palestras.

09:30h Alexandre M. Gardolinski. O Outro Lado da Guerra.

10:00h Cristal da Rocha. Documentação Histórica dos Veteranos.

10:30h Fernanda Israel. O Colecionismo de Objetos Militares: Perspectiva Histórica

11:00h Zé Roberto. Preparação Para o Filme Heróis.

11:30h Carmen Lúcia Rigoni.

10:00h Desfile de 4 viaturas pelas ruas centrais.

13:30h Sessão de lançamento do filme Heróis.

15:00h Sessão de cinema para alunos. ( Desenhos de guerra e A Cobra Fumou ).

17:30h Foto oficial do evento.

18:00h Sessão. O Lapa Azul.

19:30h Sessão. Senta a Pua


Dia 19 / 06 domingo

9:00h até 16:00h Exposição de viaturas militares antigas.

Comércio de militaria.

Exposição de objetos militares da 2ª Guerra Mundial.

Presença de reencenadores histórico/militar.

Sessões de Cinema.

09:00h Sessão. FEB, Heróis esquecidos da guerra.

10:00h Sessão. Um brasileiro no Dia D.

11:00h Sessão. Heróis

13:00h Sessão. Valiant, um herói que vale a pena. ( animação )

15:00h Sessão. A Cobra Fumou.

16:00h Sessão. O Lapa Azul.


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